domingo, 6 de janeiro de 2008

“Amor da minha vida, daqui até a eternidade, nossos destinos foram traçados na maternidade...”

Como disse o autor da canção é isso que sinto pelo Guilherme, mesmo com a chegada do Daniel tão próxima.
Meu companheiro de todas as horas. Já o vi secar minhas lágrimas, cuidar de mim por várias vezes quando estava com inflamação na coluna, me faz dar gargalhadas intermináveis com as histórias imaginárias dele e não perde uma chance pra mostrar pro pai dele que me ama mais que o próprio Anderson me ama.
Essa semana meu filhote esteve muito gripado, ficou febril algumas vezes e muito caidinho. Mas graças a Deus ontem e hoje já está melhor.
Ontem começamos a montagem dos quartos deles, Anderson estava pendurando os varões para as cortinas, prego para os quadros e o Guilherme definiu que quer o quarto dele igual o do irmão dele. Interrogou-me se quando ele era beeeeeem pequenininho se tinha um quartinho bonitinho igual o do irmão, então, lá fui eu pegar os álbuns de fotografia e mostrar cada detalhe do quartinho dele, as fotos de quando estava grávida dele e tals. Mas, nada o convenceu de que ele cresceu e que o quarto dele é pra uma criança maior e não igual ao de um bebê.
Estamos montando um novo “projetinho” pra atender os desejos dele, claro que pra uma criança maior com traços do quarto do irmão ;o)
Acho que ele em um futuro bem próximo já não vai mais querer ser uma criança, mesmo eu achando que ele nunca cresceu que sempre vai ser o Guigui que me ensinou a ver a vida de uma forma diferente.